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sábado, 18 de setembro de 2010

Palestra sobre direitos e deveres

O conselheiro tutuelar e educador, Guido Rezende, esteve no NEC Dilzelena para conversar com os alunos sobre direitos e deveres das crianças e adolescentes. Foi falado, principalmente, sobre o respeito que deve haver na escola e com seus pais.
Guido comentou também sobre a importância de se tomar banho todos os dias antes de vir à escola, e que ela é um lugar de respeito, por isso não é bom usar o boné. "Alguém vai pra igreja de boné? Então como é que entra na sala com ele?". Inclusive que as meninas e meninos devem estudar com roupas adequadas, principalmente, de uniformes. Alertando os jovens, também, sobre o que colocam na internet, principalmente, no orkut. "O lugar em que mais se acontece a pedofilia é na própria casa da criança e adolescente, mas a internet é uma grande ferramenta também usada pelos pedófilos".
Comentou que a droga mais consumida é o álcool. Também, sobre a importância de não ficarem andando até tarde pelas ruas sem a companhia de algum adulto e sobre o mal que fazem as drogas.


com toda a galerinha
Jonathan faz a entrega da primeira edição do Jornal do São Viça
uma conversa sobre respeito

Palestra sobre aviação no NEC

Nesta última sexta-feira (17 de setembro), levei meu pai, acompanhado por minha mãe, ao NEC, para que a meninada conhecesse um pouco suas histórias sobre paraquedismo e aviação.
O menino de Rio dos Cedros que sempre quis ser piloto de avião, Antônio Carlos dos Santos, hoje está com 60 anos. Entrou na aviação e paraquedismo no fim da década 60, em Blumenau. Lá foi um dos fundadores do Clube de paraquedismo Ícaros do Vale.
Na oportunidade, os grupos do São Viça e Itajaí tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre suas aventuras. Com os movimentos de suas mãos que pareciam voar pela sala, Santo mostrou algumas das manobras de aviação, falou como funciona um paraquedas, como saltar e como eram as duas modalidades antigamente. Ficaram sabendo que aqui mesmo em Itajaí havia um aeroporto, onde hoje é a Celesc.
Santos levou alguns de seus objetos pessoais: um paraquedas TU-5, um bem redondo de 30 quilos, que conseguiam do exército em troca de caixas de camarão; algumas fotos, como a de seu banho de óleo, primeiro salto; macacões de alguns campeonatos que participou e um capacete.
Falou também sobre alguns acidentes. Inclusive, o que ocorreu com o seu grande amigo Probst, com um avião que foi feito por eles, de um motor de fuscão.
Mas foram feitas perguntas também sobre o tempo de queda de um paraquedas: leva meia hora para dobrar, meia hora para subir com o avião e um minuto e meio de queda; se os paraquedistas eram cobiçados pelas mulheres naquela época: sim, até foi confirmado por minha mãe (Rachel), com risos; e qual o momento que mais o marcou: a primeira vez que sua mãe foi ver um salto, mas que ele acabou quebrando a perna.
Atualmente, Santos (estranho não falar "meu pai") está na área de engenharia civil, o que faz desde quando tinha 17 anos. Faz alguns anos que não pilota mais, pois os exames de saúde têm que ser renovados. E seu último salto foi em 74, quando quebrou uma perna: fato não raro de acontecer, basta saber que a pancada que era levada com os TU-5 eram como se a pessoa estivesse se jogado de um prédio de quatro andares, eles comenta.
Bem, creio que tenha sido um momento marcante não só para a criançada que acabou voando junto, mas principamente para meu pai e para mim.

pose com paraquedas e capacete
todos juntos

respondendo às perguntas de Vítor

mostrando as fotos

mãos voadoras

Radionovela ecológica

Tudo o que vai volta: radionovela experimental do grupo Itajaí e São Viça do NEC Dilzelena Márcia Teixeira.
Produção, direção e texto: Rubia Cristina dos Santos.
Apresentação: Sabrina do Nascimento.
Narração: Grace Kelly Rocha.
Personagens e intérpretes: Ariadene Martins, Bryan Machado, Caio Helzen, Camilli Link, Caroline Neiva, Eduarda de Lima, Franciele Sedrez, Francisco Montalto, Gabriela da Veiga, Guilherme Moraes, Izabela Shwartz, Matheus Siqueira, Nilton Furtado e Vítor dos Santos.
Músicas: Mc. Créu, Seu Jorge, Palavra Cantada, Carlos Córea e Parangolé.
Música de Abertura: Chico Science e Nação Zumbi. video

domingo, 5 de setembro de 2010

Viva a arte brasileira!

Em comemoração à Semana da Pátria, realizei nesta semana com os alunos de 7as séries, na Escola Básica Mansueto Trés, seminários sobre nossos músicos brasileiros. A meninada teve a oportunidade de ter acesso à história e obras de músicos, entre compositores e intérpretes, como: Tom Zé, Chico Buarque, Marisa Monte, Chico Sciense, Luiz Gonzada, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Raul Seixas, Milton Nascimento, Sérgio Reis, Os Mutantes, Secos e Molhados, Engenheiros do Hawaii, Elis Regina e Carmen Miranda. Para muitos, esses artistas eram novidades. E alguns até gostaram do que ouviram, mesmo sendo tão diferente do que se é tocado hoje em dia nas rádios que eles escutam e em seus mp3. Reclamamos muito que as músicas que a juventude ouve, atualmente, são muito “bagaceiras”, apelativas ou não dizem nada com nada. Mas como se amar o que não se conhece? Por que não apresentá-los outras opções, ainda mais conhecendo um pouco sobre a importância não só artística, mas social e política desses músicos? Foi isso que resolvi fazer esta semana, deixando a análise sintática de lado. É importante deixar claro que eles tiveram um mês para se prepararem, inclusive, uma aula toda no laboratório de informática.
Com as 8as séries, o método de preparo foi o mesmo. Então, as orações subordinadas adverbiais ficaram de lado, para que eles conhecessem um pouco sobre as vidas e obras de escritores em Língua Portuguesa, como: Fernando Pessoa, José Saramago, Cora Coralina, Mário Quintana, Mario de Andrade, Vinícius de Moraes, Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Drummond, Jorge Amado, Luis Fernando Veríssimo, Erico Veríssimo, Cecília Meireles, João Ubaldo Ribeiro e a catarinense Urda Klueger. Além de conhecerem um pouco mais sobre esses escritores, essa atividade acabou preparando-os para o próximo ano, já que eles começarão a entrar nas escolas literárias.
Viva a boa música! Viva a boa literatura!






mais um pouquinho